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A arquitetura que inspirou Game of Thrones

A arquitetura que inspirou Game of Thrones

A bela arquitetura no mundo de fantasia de “Game of Thrones” é inspirada em lugares do mundo real.
Cada episódio desta série custa em média 9 milhões de euros e conta com uma extensa equipa composta por 3.589 pessoas dos quais 88 diretores, 728 atores e 251 operadores de câmara. Composta por sete episódios, a próxima temporada de Game of Thrones tem estreia marcada para 16 de Julho na HBO. Em Portugal, os direitos de transmissão estão reservados ao canal Syfy.
Breve descritivo Game of Thrones (A Guerra dos Tronos)
É uma série de televisão norte-americana criada por David Benioff e D. B. Weiss para a HBO. Baseada nos livros As Crônicas de Gelo e Fogo (A Song of Ice and Fire no original), escritos por George R. R. Martin, a sua primeira temporada estreou em 17 de Abril de 2011. Muito bem recebida pela crítica especializada, ganhou 38 Emmy Awards, mais do que qualquer outra série de televisão e possui uma das melhores notas entre os telespectadores para séries em exibição no site IMDb. Já entrou para o Livro dos Recordes como a série dramática com a maior transmissão simultânea no mundo.
Fonte:
Archidaily

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Planejamento e Gerenciamento de Obras

Planejamento e Gerenciamento de Obras

O projeto é um sistema complexo e composto de atividades, que se inter-relacionam, se interagem e são interdependentes. As atividades que compõe um projeto são compostas e executadas por recursos de:

  • mão-de-obra;
  • materiais;
  • equipamentos.

Esses recursos são aplicados diretamente as atividades, agregando valor ao produto final.
O planejamento desses recursos que são aplicados diretamente ao projeto e devem ser previamente definido dentro de um plano de condições de:

  • prazo;
  • custo;
  • qualidade;
  • risco.

O gerenciamento de um projeto em toda a sua plenitude garante ao longo do tempo de concepção, planejamento, execução e finalização a garantia que todas as atividades que compõe o projeto, estejam sendo executadas dentro das diretrizes e metas já estabelecidas.
A mão-de-obra, os materiais e equipamentos aplicados diretamente ao projeto, são recursos importantes e seu gerenciamento ao longo do tempo de execução, garante um produto final que se enquadra dentro do plano de condições de planejamento.
O projeto para atingir todos os seus objetivos, deve ser planejado e gerenciado, durante todo o tempo de execução até a sua conclusão, portanto o planejamento e o gerenciamento são as principais ferramentas de sucesso de projeto.
Planejar o futuro e gerenciar o presente em função de um planejamento passado e complexo existem várias variáveis que interferem positivamente ou negativamente no decorrer do tempo de execução do projeto.
Para se alcançar os objetivos pretendidos é preciso desenvolver mecanismos no sentido de:

  • treinar uma equipe para gerenciar as atividades;
  • delegar responsabilidades;
  • estabelecer um canal aberto de informações;
  • criar um plano de implementação do projeto;
  • controla e avaliar o andamento do projeto;
  • criar frentes para as tomadas de decisões;
  • criar banco de dados de tudo que foi executado;
  • garantir a manutenção de equipes motivadoras e focadas com os objetivos do projeto.

O gerenciamento é um processo contínuo e dinâmico ao longo de todo o tempo de execução e se desenvolve e se organiza de acordo, com um trabalho em equipe, onde o fator humano e técnico é fundamental, e o foco será sempre o objetivo planejado.
A equipe de gerenciamento é o fator principal para que se tenha um bom desenvolvimento e controle da produtividade da mão-de-obra, da qualidade final dos serviços e na criação de indicadores e índices de composição, criando assim um banco de dados para a empresa, essa equipe também tem um papel importante nas tomadas de decisões e na implementação do projeto.
O gerenciamento de um projeto ocorre dentro e fora dele, a empresa gerenciadora do empreendimento, internamente se compõe de um setor administrativo, financeiro, comercial e de produção. O sistema da empresa e constituído de:

  • ambiente geral, composto por fatores sociais, políticos e tecnológicos;
  • ambiente operacional, que fica em função do mercado, da concorrência, de financiamentos e fornecedores;
  • ambiente interno, onde o produto final e produzido e contabilizado e comercializado.

Planejar é traçar objetivos e metas, visando o sucesso do projeto, ou seja, é o futuro planejado. Gerenciar é realizar os objetivos e as metas, alcançando o sucesso planejado, ou seja, é o presente gerenciado a cada dia.

Fonte:
ECivil

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O uso do Photoshop para melhorar seus renders

O uso do Photoshop para melhorar seus renders

Em termos de alcançar o realismo de imagem com base nos modelos 3d, é importante utilizar todo o potencial de todas as ferramentas disponíveis. Engana-se quem pensa que a responsabilidade do produto final é apenas do software de modelagem. Elementos como iluminação, vegetação e outros elementos são extremamente fáceis de inserir na pós-produção, e dependendo de como for feito, o resultado pode ser até melhor do que o feito no software de modelagem. É muito difícil encontrar alguma imagem que não passou ao menos uma vez por um ajuste mínimo: seja balanceamento de cores, ou ajuste no brilho e contraste.
Esse tipo de ajuste pode ser visto como uma forma de deixar o resultado final menos sólido. Afinal, as ferramentas dos programas de modelagem quase sempre se dão por cálculos e variáveis matemáticas, então nada melhor do que o toque humano e você mesmo ajustar e personalizar seu render, para dar um aspecto mais vívido à peça.
Pequenos detalhes como adição discreta de luzes e nuvens são alguns exemplos de como pequenos ajustes podem ajudar a deixar sua peça melhor. Ajustes que, se fossem adicionados juntos com o render, poderiam deixar a renderização mais longa e demorada, e podem ser facilmente adicionadas e personalizadas no Photoshop, por exemplo.
Se você tem interesse de estudar esse tipo de ferramenta, a Multi Núcleo oferece o curso de Photoshop voltado para Arquitetura. Nele você vai aprender as ferramentas básicas de edição do programa, além de adquirir o conhecimento necessário para melhorar seus renders.

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Minicurso de Revit Architecture

Minicurso de Revit Architecture

Em parceria com faculdades e empresas do setor da construção civil, a Multi Núcleo oferece o minicurso de Revit Architecture.
O intuito do minicurso é apresentar de forma objetiva uma metodologia exclusiva criado por nós, que irá proporcionar uma melhor familiaridade e aplicabilidade com o programa Revit.
Para você, aluno que queira levar até a sua faculdade a oportunidade de conhecer melhor o curso que preparamos, entre em contato conosco e enviaremos uma proposta.
Se você já está tendo a oportunidade de participar do curso, siga as instruções a seguir:
O curso tem duração media de 4 horas, e para que tenhamos o melhor desempenho possível em sala de aula, pedimos que faça o download do material abaixo:
Agora que você já conhece a nossa metodologia e temos certeza que aproveitou o suficiente para aplicar em seus projetos, conheça os nossos cursos completos e adquira mais conhecimento, podendo ter o domínio total da ferramenta.
Até a próxima!
 
Fabio Guisso
Sócio/Fundador da Multi Núcleo – Treinamentos Integrados

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Mercado de energia solar continuará em alta este ano

Enquanto a crise afeta o país, o mercado de energia solar só cresceu em 2016. A geração e serviços na área de tecnologia tiveram um aumento e não vão parar em 2017.
A geração de energia solar acontece de duas maneiras: a centralizada, onde são instalados parques de produção em grande escala de energia, e a distribuída, sistemas menores que geram energia que compensa o consumo, na maioria das vezes, pelo dono do sistema.
No começo de 2016 a geração distribuída solar fotovoltaica tinha pouco mais de 1,7 mil sistemas instalados no país. Até novembro esse número subiu para 6,5 mil, sem contabilizar os dados de dezembro, conforme o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, um crescimento de 270%.
Esses dados demonstram o quanto a geração distribuída solar fotovoltaica tem potencial para avançar, mesmo num país com sua economia abalada. Mostra o quanto é seguro investir em tal tecnologia, visando diminuição de custos para empresas e residências.
Após a resolução de nº 687 da Aneel, a geração centralizada teve um grande estímulo, pois foi permitido que a energia gerada nas usinas solares pudesse ser compensada na conta de vários consumidores ao mesmo tempo. Muitos empreendimentos saíram do papel, gerando empregos e aumentando o faturamento das empresas.
Um economista do banco Santander destaca que o aumento da geração de energia solar ajudará na produção agrícola brasileira, especialmente nas safras de soja, milho, algodão e feijão.

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Você protagonista da sua vida profissional

Você protagonista da sua vida profissional

Você sabe onde quer estar daqui a 10, 20, 30 anos?
Quando você faz um planejamento de vida e traça um objetivo, as tomadas de decisões no decorrer desse trajeto se tornarão muito mais claras e as dificuldades serão superadas, tendo em vista seu objetivo maior.
Quando não sabemos onde queremos chegar, somos tendenciados a escolher os caminhos mais curtos e mais fáceis, pois não temos motivos para se arriscar. Quando temos objetivos, arriscamos mais e lidamos melhor com as consequências.
É importante ter ciência que sempre temos escolhas e as fazemos porque queremos.
Quando não temos objetivos, nossas escolhas têm como fundamentos resultados em curto prazo. Um exemplo simples:
Você trabalha em uma empresa, e recebe um salário condizente com sua função. Um dia, você recebe uma proposta de outra empresa, onde você exercerá a mesma função, mas te pagarão o dobro do que você ganha hoje. Qual opção você escolheria?
É claro, que teríamos vários itens a ser analisados nessa proposta para a tomada de decisão, como por exemplo, localização da nova empresa, benefícios, horário de trabalho etc, mas tenderíamos a escolher o melhor salário, pois é uma escolha de resultados curto prazo, sendo que dois meses depois você já estaria recebendo o dobro do que recebe hoje para fazer a mesma coisa que já faz.
Mas digamos que almeja um cargo na sua atual empresa, onde você receberia 10 vezes mais do que recebe hoje. E na nova empresa esse cargo não existe e nenhum outro cargo paga tanto.
E aí? Contexto bem diferente, pois agora você tem um objetivo e quando temos um, não parece ruim continuar com o salário menor, sendo que em longo prazo conseguirá chegar onde quer.
Claro, que isso é só um exemplo e estamos levando em consideração apenas o fator financeiro, existem vários outros fatores que serão levados em consideração, variando de acordo com o objetivo de vida de cada um.
Se soubermos qual nosso objetivo, nossa escolha será baseada em um fim e não em um meio.
Se soubermos onde queremos chegar, nós não nos importamos de escolher o caminho das pedras para tal, porque saberemos que aquelas dificuldades serão passageiras e que a recompensa que planejamos estará à nossa espera. Mas se não tem nada planejado, é melhor pegar mesmo o caminho das flores; mas cuidado, como você não sabe onde vai dar, você pode não gostar de onde vai chegar.
É você o responsável pelo seu futuro. É você o protagonista do seu sucesso.
E então, onde quer estar daqui a 10, 20, 30 anos?
 
Soliana Angeli
Sócia/Diretora da Multi Núcleo treinamentos Integrados

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Introdução ao empreendedorismo: dicas para você começar a se interessar pelo assunto

Introdução ao empreendedorismo: dicas para você começar a se interessar pelo assunto

Eu, Fabio Guisso, adoro ler e aprender mais a cada dia, sempre incentivo em minhas palestras e aulas o hábito da leitura para os alunos/ouvintes.
A minha experiência como empreendedor e gestor me permite afirmar que mesmo que sua formação seja totalmente técnica, chegará um momento da sua vida que essas habilidades técnicas deverão ser somadas a habilidades interpessoais, de vendas, negociação e liderança.
Você Arquiteto, Designer ou Engenheiro precisará cada vez mais lidar com pessoas, ser vendedor, negociador e líder. Por mais que esses termos ligados ao empreendedorismo estão cada vez mais comuns, ainda tem gente que acha que empreendedor é largar tudo e abrir a empresa dos sonhos… Calma, não é assim.
Você sendo dono da sua empresa ou funcionário, acredite: terá que acordar todos os dias da sua vida profissional e vender sua imagem, suas ideias, e seu serviço, também terá que negociar todos os dias com seus clientes, fornecedores, parceiros e até mesmo aumento de salário, para um funcionário. Liderar precisa ser uma habilidade que você terá que desenvolver com muito cuidado. Se você lidera uma equipe sabe do que estou falando.Se você não possui equipe nem funcionários, possui clientes, parceiros e precisa liderar todos os dias.
Para iniciar nossa jornada de melhoramento continuo na área do empreendedorismo vou indicar três livros:
– A cabeça de Steve Jobs de Leander Kahney.
– A Estratégia do Oceano Azul – Como Criar Novos Mercados e Tornar A Concorrência Irrelevante de Kim, W. Chan / Mauborgne, Renée
– Quem Mexeu no Meu Queijo? de Johnson,Spencer
Aproveitem a leitura e fiquem ligados nas próximas dicas, muita coisa ainda está por vir!

Fabio Guisso
Sócio/Fundador da Multi Núcleo – Treinamentos Integrados

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Compatibilização de Projetos

Compatibilização de Projetos

Em 15 anos na área da construção civil, já vivi o lado do projetista e da construtora e posso afirmar, que o gasto com a incompatibilização de projetos pode chegar a um dos maiores da obra.
De um lado, construtoras optam por pagar pouco pelos projetos, não podendo assim exigir muito dos projetistas. Além do tempo curto para desenvolvimento dos projetos, existe a falsa crença de que o objetivo principal dos projetos contratados é unicamente para aprovação, pois seus engenheiros, encarregados e demais operários já possuem o conhecimento necessário para executar.
Do outro lado os projetistas que, quando se trata do projeto arquitetônico, estão sob uma grande cobrança para que o projeto seja enviado para os demais projetistas para iniciação dos projetos complementares e as vezes, sem nem mesmo o projeto arquitetônico já estar definido.

Os projetistas geralmente trabalham de forma isolada entre eles, cada um no seu projeto separadamente. Os programas CAD utilizados não permitem uma checagem automática de conflitos, então mesmo que os projetos nasçam em um mesmo escritório, é extremamente complicado a checagem “visual” dos conflitos.

Ainda na etapa de projetos, os conflitos entre os mesmos (principalmente projetos estruturais elétricos, hidráulicos e de ar condicionado,) devem ser previstos e corrigidos,para que cheguem à obra totalmente compatibilizados, reduzindo ou até mesmo eliminando as interferências físicas que poderiam existir.
A compatibilização pode ser realizada de forma manual, sobrepondo as plantas em um  software como o AutoCAD, verificando se há ou não conflitos entre os projetos, e se houver, procurar corrigi-los para que não ocorram problemas na obra. Essa ainda é maneira utilizada hoje quando se possue a preocupação em relação a conflitos, porém muitas empresas já estão adotando soluções tecnológicas mais automáticas e assertivas.
A redução de prazos de projetos, prazos de execução, desperdício e custos pode ser considerado um grande desafio. Projetistas e principalmente construtoras já tem consciência disso e buscam cada vez mais por profissionais assim no mercado.
Empresas de projetos que já se posicionam no mercado oferecendo projetos compatibilizados com o mesmo custo de projetos não compatibilizados, começam a ganhar mais atenção dos clientes.
Soluções em softwares que possuem a tecnologia BIM (Building information modeling) estão sendo cada vez mais adotados por profissionais da área.
O BIM utiliza um modelo tridimensional que concentra todas as informações de uma construção, facilitando em todas as etapas da obra a visualização de forma clara de todos os envolvidos. Os projetos já nascem compatibilizados e  caso apresentem alguma interferência isso já pode ser resolvido na etapa de projetos.
Ao final do projeto temos um modelo do edifício construído virtualmente e desse serão extraídos as plantas para serem enviadas para obra.
Fabio Guisso
Sócio/Fundador da Multi Núcleo – Treinamentos Integrados

Quer estar a frente do mercado e fazer parte desse grupo de profissionais que oferecem projetos compatibilizados?

 

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Dicas para seu Render V-Ray

Dicas para seu Render V-Ray

Essas dicas podem ser muito úteis para diminuir o tempo do seu render de 3 horas para 20 minutos. Muitas pessoas não compreendem que no caso de settings para render, mais não significa necessariamente melhor. Pelo contrário, após um determinado limite, a lentidão aumenta exponencialmente sem melhora visível na imagem e você ainda começa a introduzir ruído na imagem. Pra complicar um pouco mais, as opções de render geralmente influenciam umas as outras. Ainda farei um post (provavelmente em vídeo) explicando todas as opções, mas até lá, espero que essas dicas sejam úteis.

1 – Use a escala do mundo real

Você pode não saber, mas é essencial que você modele os objetos usando seu tamanho real. Com isso, você tem a certeza que as luzes da sua cena funcionarão como as luzes do mundo real. Todo programa tem em suas configurações, uma opção para configurar as medidas usadas. Se está fazendo algo pequeno e delicado, talvez seja interessante trabalhar  com centímetros, se está modelando uma casa, use metros… E por aí vai.

2 – Preocupe-se com sua geometria

Primeiro, preocupe-se com a contagem de polígonos do seu objeto/cena. Se o mesmo objeto pode ser representado com menos polígonos, melhor, seu render ficará mais leve.
Geometria
Preste atenção em vértices duplicados, arestas que sobrepõem-se umas as outras, etc. E não é só na hora da iluminação que isso ficará extremamente aparente. Ao aplicar um turbosmooth ou deformar o objeto, também.

3 – Use Linear Workflow (LWF)

Utilizando LWF você terá renders mais realísticos e renderizados em menos tempo, pois a maneira como arquivos 8-bit são salvos torna a imagem aparentemente mais escura do que realmente são.

4 – Use a V-Ray Physical Camera

A V-Ray Physical Camera tem muitas (muitas!) vantagens sobre a câmera comum dos pacotes 3D. Ela funciona como uma câmera fotográfica real, te permitindo ajustar exposição, velocidade do obturador e white balance como você faria como uma câmera normal. Na prática, ao invés de aumentar a intensidade da sua luz (ou diminuí-la) você pode simplesmente configurar a câmera para capturar a luz da maneira desejada. Algumas pessoas aplicam vignette  e depth of field, mas eu não recomendo, pois são operações que pesam no render e ficam lá permanentes. Melhor aplicar na pós-produção.
Estude fotografia!

5 – Renderize em passes

Geralmente, muitas pessoas ignoram esse passo por considerá-lo difícil, trabalho e/ou desnecessário. Mas no longo prazo, realmente vale a pena. Renderize diferentes passes e quando precisar alterar somente uma reflexão ou um specular highlight, renderize somente aquele passe novamente. Além do mais, isso te permitirá total controle na pós-produção da sua imagem. Passes te dão controle sobre canais de difusão, specular e reflexão, depth of field e muito mais. Escolha o que quer renderizar no pop-up Render Elements… O mínimo ? Specular, reflection, z-depth e Material ID.

6 – Não exagere nos níveis de transparência/reflexão

2 ou 3 no máximo. (Render Options -> Global Switches)

7 – Sempre salve o seu Irradiance Map

Simplesmente acelera o seu render. Se você não vai mais ficar modificando a iluminação, o ganho é significativo.

8 – Não use muitos light bounces

Óbvio, mas render settings é uma área onde as pessoas costumam pensar no ‘mais é melhor’ e meter lá em cima as configurações. O primeiro já é o suficiente para a maior parte dos casos.

9 – Use Light Cache

Sempre marque Use Light Cache for Glossy Rays… Isso diminui muito o tempo se você tem muitas reflexões glossy.

10 – Preste atenção no tamanho das suas texturas

Se você fez download de uma textura de madeira de 3k e a usa num objeto pequeno no fundo da imagem, você pesa seu render desnecessariamente. Seja esperto e redimensione o tamanho das suas texturas de acordo com a distância da câmera e tamanho do objeto.

11 – Render Setup

Se está usando Indirect Illumination como método, vá de Irradiance Map + Light Cache. Para AA, Adaptive DMC funciona bem na maior parte dos casos. Se sua cena está do lado extremo dos detalhes e reflexões borradas, Fixed pode ser interessante.
Sempre marque Show Calc. Phase, isso te permitirá ver o mapa enquanto está sendo calculado e após algum tempo você já terá uma noção da iluminação da cena antes mesmo dela ser finalizada, te permitindo abortar se necessário e economizando tempo.

12 – Ajuste o limite de memória

Por padrão, o V-Ray é conservador. Mas lembre-se, você não. Mude o Dynamic Memory Limit para mais ou menos metade da sua memória RAM e seja feliz.


Fonte:
Alien Retrô

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Entenda os símbolos de um projeto de instalações elétricas de um banheiro

Entenda os símbolos de um projeto de instalações elétricas de um banheiro

Saiba como ler uma planta e veja dicas para elaborar projetos de acordo com as normas técnicas

O projeto de instalações elétricas tem o objetivo de apontar com precisão a posição das tomadas, interruptores e pontos de luz, assim como as bitolas dos fios, os diâmetros das tubulações e os circuitos elétricos que fazem parte da área.
Para desenvolvê-lo, é preciso seguir à risca as orientações da NBR 5.410:2004 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Nela estão especificados os cuidados para garantir a segurança dos usuários, prevendo, por exemplo, limitações para instalação de pontos de eletricidade próximos às áreas mais molhadas do banheiro, como o box e a banheira. Entenda as principais orientações no quadro “Dicas de projeto” e saiba como ler a planta na página ao lado.

CIRCUITOS

Na planta apresentada, o circuito 9 representa os interruptores e os pontos de luz do teto e da arandela; o 11 representa a tomada; o 13, a hidromassagem; e o 14, o chuveiro.

DICAS DE PROJETOS

>> Tomadas, interruptores e pontos de luz devem estar distantes a, no mínimo, 60 cm do limite do box ou da banheira. Desse espaço para trás, só é permitida a instalação de caixas de derivação destinadas às ligações dos equipamentos contidos nesse volume;
>> A carga de iluminação é feita em função da área total dos cômodos. Caso o banheiro possua área igual ou inferior a 6 m², a iluminação deve ter no mínimo 100 W. Para cada aumento de 4 m² inteiros de área, é necessário acrescentar 60 W à potencia da luz;
>> É preciso prever, no mínimo, um ponto de tomada junto ao lavatório. Todos os pontos devem contar com potência mínima de 600 W;
>> As tomadas de corrente devem ser alimentadas individualmente por transformador de separação, em sistema de extra baixa tensão (SELV) ou protegidas por dispositivo diferencial residual (DR) com corrente diferencial-residual nominal não superior a 30 mA.
Atenção: O dispositivo DR não dispensa o disjuntor. Os dois devem ser ligados em série, pois cada um tem sua função. A NBR 5.410 recomenda o uso do dispositivo DR em todos os circuitos, principalmente das áreas frias e úmidas ou sujeitas à umidade, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço e áreas externas (piscinas, jardins). Assim como o disjuntor, ele também pode ser desligado manualmente, se necessário.

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